Ciclo Ecossocialimo ou Barbárie chega à Bahia

A sexta etapa do Ciclo Ecossocialismo ou Barbárie: Diálogos sobre políticas públicas de transição para sociedades sustentáveis ocorreu no dia 17 de setembro dentro do I Fórum Social da Universidade Federal do Sul da Bahia em Porto Seguro. Sua realização foi fruto de parcerias dos organizadores do Ciclo, Laboratório de Educação e Política Ambiental (Oca) e o Núcleo de Apoio à Cultura e Extensão Universitária em Educação e Conservação Ambiental (NACE-PTECA) com: Rede de Gestores de Unidades de Conservação do Corredor Central da Mata Atlântica (RGCCMA), Rede de Educação Ambiental Baiana (REABA), Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB).

O Ciclo Ecossocialismo ou Barbárie faz parte de um movimento educador comprometido com a potência de agir para superar a degradação socioambiental. Busca-se fomentar a indignação criativa, contrapondo os sentimentos de alienação, niilismo e depressão que acometem boa parte da humanidade, por meio do resgate de diálogos sobre utopias ambientalistas, socialistas e humanistas de todos os tempos. O Ciclo prevê momentos presenciais, “bons encontros” que fomentem articulações locais e globais entre os participantes. Articulações que fortaleçam e proporcionem a construção coletiva de uma plataforma política capaz de contribuir com a transição para sociedades sustentáveis.

O tema selecionado para o território foi “Conservação, Agroecologia e Espaços Educadores”. Maria Otávia S. Crepaldi (Membro da Rede de Gestores de Unidades de Conservação do Corredor Central da Mata Atlântica – RGCCMA) falou sobre conservação da biodiversidade provocando para a necessidade de políticas de conformidade cruzada. Maria Suzana de Souza Moura (Universidade Federal da Bahia) apontou a necessidade de direcionar o olhar para as potencialidades dos território e criar estratégias para a reconexão dos seres humanos com a natureza. João Dagoberto (Núcleo de Apoio à Cultura e Extensão- USP) aponta para  o desafio de identificar pautas que unam os seres humanos e apontou a Agroecologia como um caminho possível e vital, já que alimentar-se é um pré-requisito básico para a vida. Jaco Galdino (Arte Manha – Caravelas) mostra a arte como ferramenta transformadora. Por fim, Maria Cristina Nascimento Vieira (Gestora da APA da Lagoa Encantada e Rio Almada – Ilhéus/BA; Elo da Rede Baiana de Educação Ambiental) traz a essencialidade de espaços e instituições identificarem-se e exercerem seu potencial educador.

O diálogo foi ampliado com a colaboração dos demais presentes. O encontro foi avaliado como positivo por trazer o Ciclo para a Bahia, sendo importante envolver os presentes no Movimento Educador e dar continuidade às ações no território.

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Foto: Celso Chico Gayoso

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