Formação sobre indicadores de políticas de Educação Ambiental chega à região Norte

Evento teve abertura dia 5  em Belém (PA), reunindo representantes de órgãos diversos que atuam com EA  Amazonas, Roraima, Amapá,Tocantins, Rondônia e Acre 

A Articulação Nacional de Políticas Públicas de Educação Ambiental (ANPPEA) realiza em Belém (PA) nos dias 05, 06 e 07 de junho de 2019 a versão Norte da oficina “Formação de formadores em monitoramento e avaliação de políticas públicas de educação ambiental de transição para sociedades sustentáveis”. 

A oficina acontecerá no Núcleo de Altos Estudos da Amazônia (NAEA), reunindo representantes da sociedade civil, de prefeituras e governos estaduais dos sete estados da região Norte que atuam na formulação e execução de políticas públicas de educação ambiental. 

A oficina contará com 36 horas de duração, sendo 20 horas presenciais e 16 horas com atividades à distância a serem cumpridas até 05 de julho de 2019. Os participantes receberão certificado da oficina se alcançarem 100% de frequência e cumprirem as atividades à distância.

O público-alvo contempla educadores ambientais, gestores públicos municipais, estaduais e federais, técnicos e analistas representando as CIEAs, Coletivos Educadores, Coletivos Jovens, Comissões de Meio Ambiente e Qualidade de Vida (ComVidas) das escolas do ensino fundamental e médio, Salas Verdes (projeto do Ministério do Meio Ambiente – MMA), redes de educação ambiental,  unidades de conservação, comitês de bacias hidrográficas, escolas, instituições de educação superior, organizações não governamentais, movimentos sociais e setor privado, entre outros atores.

A oficina é parte do projeto da Plataforma Brasileira de Monitoramento e Avaliação de Projetos e Políticas Públicas de Educação Ambiental (Plataforma Monitora EA), desenvolvido pela ANPPEA, a partir de sua Secretaria Executiva, composta pelo FunBEA – Fundo Brasileiro de Educação Ambiental , Laboratório de Educação e Política Ambiental (Oca) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo, do Centro de Ciência do Sistema Terrestre (CCST) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e Ministério do Meio Ambiente (MMA).

Os participantes serão estimulados e orientados para executar ações de monitoramento e avaliação de projetos e políticas públicas de educação ambiental, utilizando um conjunto de 27 indicadores lançados pela ANPPEA em dezembro último. “Os indicadores possibilitam acompanhar os processos e resultados das políticas públicas de EA por meio de análises integradas promovidas pelos diversos atores que atuam neste campo socioambiental do Brasil”, declara Maria Henriqueta Andrade Raymundo, Coordenadora da Secretaria Executiva e formadora da ANPPEA.

Com base nas informações compartilhadas nas cinco oficinas, que estão sendo realizadas nas cinco regiões do país, a equipe da Secretaria Executiva da ANPEEA começará a mapear as Políticas Públicas de Educação Ambiental (PPEA) executadas por estados, municípios e outros atores no Brasil. Os resultados desse mapeamento serão divulgados no seminário nacional de lançamento da Plataforma Monitora EA, previsto para ocorrer em Brasília (DF), no segundo semestre de 2019.

Segundo Semíramis Biasoli, Secretária Geral do FunBEA, “é importante destacar que os articuladores locais dão materialidade à ANPPEA, que busca fortalecer as políticas públicas de educação ambiental no Brasil. Estamos na última oficina e alcançamos ótimas participações e representatividade. Isto demonstra como a educação ambiental está fortalecida no país”. Para a oficina Norte, a ANPPEA conta com a organização e articuladores locais da Universidade Federal do Pará,  Núcleo de Altos Estudos da Amazônia (NAEA), Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará, Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental (CIEA/Pará), Grupo de Estudos de Educação Cultura e Meio Ambiente (GEAM) e com o apoio Rede Paraense de Educação Ambiental (REDEPAEA), Secretaria de Estado de Educação do Pará, Secretaria de Estado de Ciência de Tecnologia e Inovação (SECTEC) e Assembleia Legislativa do Estado do Pará.

Serviço

Oficina Norte de formação de formadores sobre monitoramento e avaliação de políticas públicas de educação ambiental.

Quando: 05 a 07 de junho de 2019

Onde: Auditório do Núcleo de Altos Estudos da Amazônia (NAEA)

Campus Profissional. Cidade Universitária João da Silveira Neto

Av. Perimetral s/n – Belém /Pará

Informações e dúvidas: anppeabrasil@gmail.com

Informações para a imprensa:

Ana Patrícia Arantes 13 991466608/ comunicacao@funbea.org.br

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Confira momentos da oficina no Nordeste com cobertura especial realizada pelos jovens do Projeto Baleia Jubarte.

Participantes da Região Nordeste compartilham experiências e realizam exercícios para alimentar a Plataforma MonitoraEA.

Coordenação: Ana Patrícia Arantes (FunBEA)

Texto  Enzo Angelo Reis de Oliveira, 18 anos

Entrevistas: Theógnes Freitas

Fotos: Enzo Angelo Reis de Oliveira, Eduardo Melo (Baleia Jubarte) e João Raimundo (Ascom Bahia)

Conheça algumas das atividades desenvolvidas na Oficina de Formação de Formadores em Monitoramento e Avaliação de Projetos e Políticas Públicas de Educação Ambiental

O evento realizado na Bahia, Praia do Forte, no Instituto Baleia Jubarte trouxe educadores ambientais dos sete estados do nordeste que juntos, pensaram políticas públicas, com vistas a mudar o necessário e mobilizar mais pessoas para essa área.

As oficinas aconteceram em três dias, no primeiro foi realizada a abertura geral  com uma mesa institucional e apresentações da Anppea – (Articulação Nacional de Políticas Públicas de Educação Ambiental), Secretarias de Estado do Meio Ambiente e da Educação, além do Instituto Baleia Jubarte. No segundo dia,  26 de março, todos puderam se conhecer e trabalhar em grupo. Pela manhã, os participantes ganharam duas cartolinas, uma era para a apresentação – quem eu sou? de onde? A qual Instituição pertenço? a outra era para a definição do grupo sobre – o que é política pública? e qual a atuação de cada instituição presente dentro das políticas públicas?

Pela tarde, as experiências foram relacionadas aos indicadores de políticas públicas de educação ambiental que são a base da Plataforma MonitoraEA, todos receberam um questionário para ver como serão as perguntas no site, como se já fosse a plataforma online, porém no papel. Com isto os participantes exercitaram um pouco o funcionamento da Plataforma.

No dia seguinte, as atenções foram para o repasse das discussões do dia anterior, e em seguida partiram para as ações necessárias para se cumprir as 16 horas a distância, (além destas 20 presenciais que foram cumpridas na oficina aqui na Praia do Forte), os participantes levaram para sua cidade ou estado a missão de reunir educadores e gestores, que irão preencher ou alimentar a Plataforma MonitoraEA.

CONFIRAM ALGUNS DEPOIMENTOS:

A oficina têm objetivos de, além de formar formadores, construir um banco de dados. Vamos coletar dados a partir dos 27 indicadores que existem. O formulário será respondido pelos executores de políticas públicas de EA e partir disso  vamos criar o banco de dados piloto” declara Maria Henriqueta Andrade Raymunda, Coordenadora da Secretaria Executiva da Anppea – Articulação Nacional de Políticas Públicas de Educação Ambiental.

A oficina aponta diretrizes de mensuração e também agrega coisas novas para o educador/educadora, turista e comunidade”. Carolina Soares, bióloga, com experiência na área de turismo, que reconheceu algumas diretrizes no seu projeto por meio dos indicadores apresentados.

“Eu destacaria 2 indicadores que já aplicamos: um na dimensão pedagógica, todas nossas ações têm sempre a preocupação de ser um processo pedagógico; o outro da dimensão dialógica. Os indicadores dessas 2 dimensões são os mais presentes nas nossas ações até o momento” disse Zanna Matos, da secretaria de Meio Ambiente do Estado da Bahia.

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Formação sobre indicadores de políticas de Educação Ambiental chegando à região Sul

Evento ocorre de 22 a 24 de abril em Foz do Iguaçu, reunindo representantes de órgãos diversos que atuam com EA no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul 

A Articulação Nacional de Políticas Públicas de Educação Ambiental (ANPPEA) realiza em Foz do Iguaçu (Paraná) nos dias 22, 23 e 24 de abril de 2019 a versão Sul da oficina “Formação de formadores em monitoramento e avaliação de projetos e políticas públicas de educação ambiental de transição para sociedades sustentáveis”. 

A oficina acontecerá no Instituto Federal do Paraná, reunindo representantes da sociedade civil, de prefeituras e governos estaduais dos três estados da região Sul que atuam na formulação e execução de políticas públicas de educação ambiental. 

Inscrições para a oficina serão recebidas até o dia 8 de abril de 2019 por meio do preenchimento do formulário indicado no link https://goo.gl/forms/qqF8p7ai04E1ZbgB2

Caso o número de inscritos ultrapasse o de vagas, os participantes serão selecionados em função do seu perfil de atuação na área de educação ambiental, garantindo a presença de representantes das áreas de meio ambiente e educação dos governos estaduais, da Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental (CIEA), redes e movimentos organizados.

Embora a inscrição seja gratuita, cada pessoa/instituição deverá assumir suas respectivas despesas de deslocamento, hospedagem e alimentação nos três dias de atividades. A oficina contará com 36 horas de duração, sendo 20 horas presenciais e 16 horas com atividades à distância a serem cumpridas até 24 de maio de 2019. Os participantes receberão certificado da oficina se alcançarem 100% de frequência e cumprirem as atividades à distância.

O público-alvo contempla educadores ambientais, gestores públicos municipais, estaduais e federais, técnicos e analistas representando as CIEAs, Coletivos Educadores, Coletivos Jovens, Comissões de Meio Ambiente e Qualidade de Vida (ComVidas) das escolas do ensino fundamental e médio, Salas Verdes (projeto do Ministério do Meio Ambiente – MMA), redes de educação ambiental,  unidades de conservação, comitês de bacias hidrográficas, escolas, instituições de educação superior, organizações não governamentais, movimentos sociais e setor privado, entre outros atores.

A oficina é parte do projeto da Plataforma Brasileira de Monitoramento e Avaliação de Projetos e Políticas Públicas de Educação Ambiental (Plataforma Monitora EA), desenvolvido pela ANPPEA, a partir de sua Secretaria Executiva, composta pelo FunBEA – Fundo Brasileiro de Educação Ambiental , Laboratório de Educação e Política Ambiental (Oca) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo, do Centro de Ciência do Sistema Terrestre (CCST) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e Ministério do Meio Ambiente (MMA).

Os participantes serão estimulados e orientados para executar ações de monitoramento e avaliação de projetos e políticas públicas de educação ambiental, utilizando um conjunto de 27 indicadores lançados pela ANPPEA em dezembro último. “Os indicadores possibilitam acompanhar os processos e resultados das políticas públicas de EA por meio de análises integradas promovidas pelos diversos atores que atuam neste campo socioambiental do Brasil”, declara Maria Henriqueta Andrade Raymundo, Coordenadora da Secretaria Executiva e formadora da ANPPEA.

Com base nas informações compartilhadas nas cinco oficinas, que estão sendo realizadas nas cinco regiões do país, a equipe da Secretaria Executiva da ANPEEA começará a mapear as Políticas Públicas de Educação Ambiental (PPEA) executadas por estados, municípios e outros atores no Brasil. Os resultados desse mapeamento serão divulgados no seminário nacional de lançamento da Plataforma Monitora EA, previsto para ocorrer em Brasília (DF), no segundo semestre de 2019.

Segundo Semíramis Biasoli, Secretária Geral do FunBEA, “é importante destacar que os articuladores locais dão materialidade à ANPPEA, que busca fortalecer as políticas públicas de educação ambiental no Brasil. Estivemos na oficina Nordeste, que teve a participação de representantes de sete dos nove estados da região. Isto demonstra como a educação ambiental está fortalecida no país”. Para a oficina Sul, a ANPPEA conta com a articulação da Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu, Coletivo Educador de Foz do Iguaçu, Centro de Educação Ambiental do Iguaçu e apoio do Instituto Federal do Paraná. 

Para Rosani Borba, educadora ambiental da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Foz do Iguaçu e membro do Coletivo Educador Ambiental, é de grande relevância para nosso município apoiar a realização de uma oficina que tratará de indicadores de projetos e políticas públicas de EA. “Entendemos esse processo formativo como oportunidade de avaliarmos nossa caminhada e aplicá-lo em nosso trabalho futuro, considerando que estamos no momento construindo a Política Municipal de Educação Ambiental. O município de Foz do Iguaçu e região atuam há mais de uma década com Educação Ambiental” finaliza.

Serviço

Oficina Sul de formação de formadores sobre monitoramento e avaliação de políticas públicas de educação ambiental

Quando: 22 a 24 de abril de 2019

Onde: Instituto Federal Paraná – Campos Foz do Iguaçu

Av. Araucária, 780, Bairro Vila A – Foz do Iguaçu

Inscrições gratuitas no link: https://goo.gl/forms/qqF8p7ai04E1ZbgB2

Informações e dúvidas: anppeabrasil@gmail.com

Informações para a imprensa:

Ana Patrícia Arantes 13 991466608/ anppeabrasil@gmail.com

 

 

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Confiram a repercussão na abertura da Oficina de Formação de Formadores em Monitoramento e Avaliação de Projetos e Políticas Públicas de EA no Nordeste

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A abertura reúne sete estados nordestinos

A atividade é realizada pela ANPPEA – Articulação Nacional de Políticas Públicas de Educação Ambiental, com apoio da Secretaria do Meio Ambiente (Sema) da Bahia e parceiros locais, e tem como objetivo formar multiplicadores para o uso de uma nova plataforma nacional de monitoramento e avaliação de políticas e projetos de educação ambiental.

Reportagem – ASCOM/Bahia

Créditos de imagem: Instituto Baleia Jubarte

Na noite da última segunda-feira (25), foi realizada a abertura da Oficina de Indicadores de Educação Ambiental – Região Nordeste, no Instituto Baleia Jubarte, em Praia do Forte. Foram 63 inscritos, entre os quais educadores ambientais oriundos de cerca de 20 municípios baianos, além de formadores de sete estados do Nordeste. O curso vai até a próxima quarta-feira (27) e tem como tema “Formação de Formadores em Monitoramento e Avaliação de Projetos e Políticas Públicas de Educação Ambiental de Transição para Sociedades Sustentáveis”.

 “Construímos de forma participativa, ao longo de dois anos de trabalho pelo país, mais de 100 indicadores, dos quais 27 foram selecionados para compor a plataforma. Agora iniciamos os processos de formação de formadores, para que a ferramenta se torne conhecida e utilizada de modo a compor um banco de dados com informações espacializadas por cada região, estado e município, sobre as políticas e ações na área da educação ambiental”, explicou Maria Henriqueta Andrade Raymundo, secretaria executiva da ANPPEA e responsável pela Formação.  Segundo ela, a proposta é que a plataforma, chamada MonitoraEA, seja alimentada de forma colaborativa por todo o território brasileiro, compondo um banco de dados nacional espacializado.

Para o superintendente de Políticas e Planejamento Ambiental da Sema, Claudemir Nonato de Santana, que representou o secretário João Carlos Oliveira na mesa de abertura da oficina, a ação da Anppea fortalece a educação ambiental no Brasil. “A educação ambiental é uma área estratégica que está no foco da nova gestão da Sema. O objetivo do secretário é fortalecer essas políticas estruturantes, dando as bases necessárias para a gestão compartilhada com os municípios na área da educação ambiental”, disse.

Também participaram da abertura, o chefe de gabinete do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), Welton Rocha, a diretora de Educação Ambiental para a Sustentabilidade da Sema, Simone Araújo, a coordenadora de EA, Zanna Matos, o coordenador de Educação Ambiental e de Saúde da Secretaria de Educação, Fábio Barbosa, o deputado estadual Marcelino Galo, presidente da Frente Parlamentar de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa, e Paulo Roberto Meireles, secretário de Meio Ambiente do município de Mata de São João.

“É uma vitória para a Bahia, em especial para a Diretoria de Educação Ambiental da Sema, termos conseguido sediar a etapa Nordeste dessa formação, facilitando uma maior presença de representantes municipais, da sociedade civil e de gestores públicos, além de dar ao estado papel de destaque na articulação em torno da Educação Ambiental tão necessária nos dias atuais”, disse Simone Araújo, diretora da Sema. Segundo ela, os formadores da Sema que participam do curso serão responsáveis por multiplicar os conhecimentos entre gestores municipais e estaduais, técnicos do Sisema, como as Unidades Regionais do Inema e as Unidades de Conservação, comitês de bacias e demais coletivos órgãos colegiados.

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Anppea seleciona 63 representantes da região nordeste para oficina sobre indicadores de monitoramento de políticas de Educação Ambiental

A oficina Nordeste sobre monitoramento de políticas de educação ambiental (EA) contemplará os diferentes segmentos de atuação em Educação Ambiental no Brasil. Das 155 pessoas que se inscreveram, foram pré- selecionadas 63, representando Prefeituras, Secretarias de Estado de Educação e Meio Ambiente, Comissões Interinstitucionais de Educação Ambiental (CIEAs), Comitês de Bacias Hidrográficas, Coletivos, Ongs, IBAMA e Conselhos de Meio Ambiente entre outros.

Voltada a preparar executores de políticas públicas para a utilização de 27 indicadores de avaliação e monitoramento de políticas e projetos de EA, construídos pela Anppea, a oficina será realizada entre 25 e 27 de março na Praia do Forte, litoral da Bahia.

“O perfil dos participantes é coerente com nosso propósito de apoiar os diversos segmentos que trabalham com educação ambiental”, explica Maria Henriqueta Andrade Raymundo, da Secretaria Executiva da Articulação Nacional de Políticas Públicas de Educação Ambiental (Anppea).

Embora todos os inscritos selecionados atuem no campo da educação ambiental, seus interesses no tema variam. “Sou coordenador da frente parlamentar ambientalista da Assembleia Legislativa da Bahia”, declarou o deputado estadual Marcelino Antonio Martins Galo, ao explicar seu interesse na oficina. Outra participante, Fabiana Faxina, estará na oficina para auxiliar seus trabalhos de docência e suas pesquisas em sustentabilidade pelo Instituto Federal de Sergipe.

Com base nas informações compartilhadas nas cinco oficinas que serão promovidas, respectivamente nas cinco regiões do país, a equipe da Secretaria Executiva da Anppea começará a mapear as Políticas Públicas de Educação Ambiental (PPEA) executadas nas esferas federal, estadual e municipal. O mapeamento ajudará aos atores atuantes no campo da Educação Ambiental a identificar avanços e desafios na implementação da Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA), instituída pela Lei Federal 9.795/1999.

Confira a relação com os 63 pré selecionados.

1. Angélica Santos da Paixão
2. Adriana Lucia Batista de Castro
3. Adriana Maria dos Santos
4. Adriana Vieira dos Santos
5. Aline Lima de Oliveira Nepomuceno
6. Amélia dos Santos Cerqueira
7. Ana Cláudia Oliveira de Jesus Magalhaes
8. Ana Odália Vieira Sena
9. Andreia Luiza Alves de Oliveira
10. Benedita Barreto de Jesus Silva
11. Bernadeth S. Rocha Simões
12. Carolina de Andrade Soares
13. Cleidianne Sousa P. Rodrigues
14. Daniela Alves Carvalho
15. Débora Gutierrez
16. Denise Santos de Mora
17. Eduardo Fiorentini Votta
18. Érica Maria Fontes Deiró Teixeira
19. Fabiana Faxina
20. Fabio Barbosa
21. Fabio Lima Braga de Jesus
22. Fátima Marie Tanaka
23. Geisa Fonseca
24. Genilse Maria Candido Gonçalves
25. Golde Maria Stifelman
26. Idalécio dos Santos
27. Iracy Wanderley Filha
28. Isabela de Oliveira Silveira
29. Isabelle Aparecida Dellela Blengini
30. Jamile Patricia Barbosa Trindade
31. Janaina Almeida de Macêdo
32. Jaqueline Érico
33. Jose Jorge Silva Santos
34. Joselisa Maria Chaves
35. Leticia Nayara Silva da Silveira
36. Manoel Ailton R. de Carvalho
37. Manuel Alves de Sousa Junior
38. Manuela Borjas
39. Marcelino Antonio Martins Galo
40. Maria Aparecida Nascimento
41. Maria Cristina Nascimento Vieira
42. Maria de Fatima Costa
43. Maria de Fátima rebelo Figueiredo Graça
44. Maria do Rosário Maciel Santos de Freitas
45. Maria Helena Pereira Sant´Anna Filha
46. Matilde Pereira Gonçalves
47. Mauricio Marcon
48. Milton Alves de Oliveira
49. Queziane Martins da Cruz
50. Rejâne Maria Lira da Silva
51. Renato de Almeida
52. Rita de Cassia Silva Braga
53. Rita Paradeda Muhle
54. Rogério Augusto do Nascimento
55. Rosalvo de Oliveira Junior
56. Sergio Cipolotti
57. Silvana Neuza Pereira Canari
58. Simone Maria de Figueiredo Souza Araujo
59. Terezinha Domiciano Dantas Martins
60. Valdenira Chagas dos Santos
61. Valéria Rocha França da Silva
62. Vênia Camelo de Souza
63. Zanna Maria Rodrigues de Matos

Obs: Caso ocorram desistências, as vagas serão remanejadas conforme a lista de inscritos.

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Juventude no enfrentamento da mudança do clima: Movimento “Global Climate Strike” acontece hoje em diversos países do mundo!

Hoje, dia 15 de março, está ocorrendo o Global Climate Strike, uma das iniciativas da juventude que está mobilizando o debate sobre o enfrentamento da mudança do clima. Nós, do Laboratório de Educação e Política Ambiental – Oca (ESALQ/USP), manifestamos todo nosso apoio a esse movimento potente e necessário que emerge da juventude de tantas partes do planeta. Acreditamos que os jovens trazem a energia e a força vital necessária a um movimento de transformação e de transição para sociedades sustentáveis.

A humanidade está passando por uma crise nunca antes presenciada em sua história, que irá afetar a vida como nós conhecemos e a todos os seres vivos do planeta. Trata-se da mudança do clima que vem ocorrendo de maneira cada vez mais rápida e intensa e na qual o ser humano tem um papel fundamental. De fato, o impacto antrópico, ou seja, o impacto das ações humanas na Terra, é tamanho que cientistas afirmam que estamos em uma nova era: o Antropoceno.

As Mudanças Climáticas causadas pela ação humana são um fenômeno comprovado pela ciência, ou seja, existem, são emergenciais e irreversíveis para a atual geração. Trata-se de um fenômeno  complexo, multidisciplinar e abrangente e, de uma forma ou de outra, em maior ou menor escala, suas consequências afetarão a todos, em todos os lugares (MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, 2013, p. 11)

Embora seja difícil prever quando e onde os impactos irão ocorrer, devido a multiplicidade de fatores envolvidos, é possível dizer que a  mudança do clima irá intensificar eventos extremos como secas, furacões, enchentes e tempestades, além de elevar os níveis dos oceanos e alterar o regime de chuvas, impactando, assim,  a agricultura, as ocupações urbanas, o uso dos recursos hídricos, a matriz energética, etc., causando incomensuráveis prejuízos econômicos, sociais, culturais, ecológicos e ambientais (KLINK, 2013).

Esse cenário é fruto da organização do sistema global capitalista, pautada na mercantilização e superexploração dos recursos naturais, ao mesmo tempo em que gera intensa desigualdade social. Por isso, concordamos com Irineu Tamaio que diz:

o cenário climático atual exige a adoção de novas escolhas no estilo de vida de nossa sociedade, mudanças de atitudes individuais e coletivas na relação com o meio natural, rupturas paradigmáticas, mudanças de valores no uso e na apropriação dos recursos e fontes energéticas e na experimentação de diferentes alternativas de postura em relação a manutenção da vida na Terra (MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, 2013)

Os movimentos ambientalistas espalhados por todo planeta têm buscado outras propostas mais equilibradas e sustentáveis para nossas sociedades, atuando com os mais diversos atores: educadores, professores, comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas, povos sem terra, povos sem casa, refugiados, mulheres, lgbts, jovens, crianças, adultos e velhos. Movimento múltiplo e diverso que se une por uma questão comum e central, que nós resumimos como “É preciso “Mudar o Sistema, Não o Clima!”.

Para isso devemos questionar sobre o que deve ser revisto e como devemos nos reestruturar para viver de modo diferente. É preciso reinventar nossas formas de organização social, nos pautando em modos de vida mais equilibrados para com planeta, com os seres humanos e todos os demais seres vivos com que compartilhamos o tempo presente e futuro na maravilhosa Terra.

Sensíveis a urgência do tema, surge um movimento internacional de jovens que estão em greve em vários países do mundo, alertando que o que está em jogo é também o futuro deles e das próximas gerações no planeta, humanas e não humanas.

Movimento que hoje, nos convida à uma greve geral, fruto da iniciativa de uma jovem de apenas 15 anos que ecoou no coração de milhares de jovens que agora procuram ter voz nesse debate, cobrando ações imediatas e efetivas. Vale lembrar que embora os jovens representam mais de metade da população global, eles não estão incluídos nos processos locais e globais de tomadas de decisão.

No Brasil, como em outros países, a interface entre mudanças climáticas e desigualdades sociais é bastante intensa, sendo necessário olhar com atenção para as populações em situação de vulnerabilidade socioeconômica e ambiental que serão os mais afetados, especialmente as juventudes e as mulheres. Além da justiça ambiental e social, trata-se agora de justiça climática.

Buscando criar e orientar ações, diretrizes e metas, foram criadas a Política Nacional e o Plano Nacional de Mudanças Climáticas (PNMC), além de Planos Setoriais de Mitigação e Adaptação. Outra instância nacional importante é o Observatório do Clima, criado em 2002, por organizações não governamentais socioambientalistas, uma rede brasileira de articulação sobre o tema das mudanças climáticas globais.

Somos signatários do Acordo de Paris, tratado assinado em 2015 por 195 países, que reuniu praticamente todas as nações em torno do compromisso de limitar o aquecimento global, causa das mudanças no clima.

A Contribuição Pretendida Nacionalmente Determinada (iNDC) brasileira, oriunda deste compromisso internacional, prevê uma redução de 37% em 2025 e de 43 % em 2030 em relação aos níveis em 2005. Compõem os elementos centrais dos compromissos brasileiros a redução desmatamento ilegal na Amazônia, a recuperação de 15 milhões de hectares de pastagens degradadas e a restauração de 12 milhões de hectares de vegetação nativa, até 2030, além do fortalecimento e do fomento à agricultura de baixo carbono.

Embora sejam fundamentais para garantir o diálogo e embasar ações, projetos e políticas públicas, os acordos internacionais – que têm sido a principal estratégia de ação – não estão conseguindo avançar a necessária e cada vez mais urgente transformação das sociedades humanas para enfrentar a mudança do clima, garantindo qualidade de vida e bem estar a todos os seres vivos do planeta.

Além disso, o governo de Jair Bolsonaro ameaça seguir os passos de Trump e abandonar o tratado,  ação que faz parte de um desmonte ainda maior da estrutura ambiental do país que demorou décadas para ser construída. Na reestruturação do Ministério do Meio Ambiente, por exemplo, foi extinta a Secretaria de Mudanças do Clima e Florestas, deixando também de existir o Departamento de Políticas em Mudança do Clima e o Departamento de Monitoramento, Apoio e Fomento de Ações em Mudança do Clima.  A Comissão Nacional de Combate à Desertificação e o Comitê Gestor do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima foram removidas da pasta sem indicação de onde serão alocadas. Segundo o novo ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, a agenda relativa às mudanças climáticas será tocada por uma assessoria especial que ainda será criada.

O Ministério do Meio Ambiente perdeu também atribuições importantes (e que envolvem a iNDC) para outras pastas, como o Serviço Florestal Brasileiro responsável pelo Cadastro Ambiental Rural (CAR) que passou para o Ministério da Agricultura. Ministérios que irá cuidar da demarcação de terras indígenas e quilombolas, competências antes exercidas pela Funai (Fundação Nacional do Índio) e pelo Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária). Entre outros retrocessos,destacamos por fim a extinção do Departamento de Educação Ambiental e a passagem para a Secretaria de Ecoturismo da educação ambiental.

Passos que são seguidos por governos do estado, como a gestão de Dória que recentemente passou da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo (Sima) para a Secretaria da Agricultura e Abastecimento (SAA) grande parte da Coordenadoria de Biodiversidade e Recursos Naturais (CBRN), que entre suas atribuições estava a gestão do Cadastro Ambiental Rural (CAR).

O discurso falacioso do atual governo federal de que o Brasil é sustentável voltou a cena e busca silenciar a intensificação da degradação ambiental no país, seja ela difusa, como o aumento do desmatamento da Amazônia, ou pontual, mas extremamente radical, como os crimes ambientais de Mariana e Brumadinho. Tais crimes causaram o assassinato de centenas de pessoas, mataram dois rios e vários ecossistemas, com impactos que serão sentidos por séculos. Trata-se, portanto, de ecocídio.

O novo relatório do IPCC alerta que para restringir o aquecimento global em até 2ºC, como estabelecido no Acordo Climático de Paris, exigirá mudanças rápidas, abrangentes e sem precedentes em todos os aspectos da sociedade, do consumo de energia ao planejamento urbano e territorial, com muito mais reduções de emissões de gases estufa. A pergunta é: como fazer isso diante de todo esse cenário?

Acreditamos na força da transformação através de processos educadores ambientalistas e da agroecologia na construção de sociedades sustentáveis, além da atuação em políticas públicas ligadas ao meio ambiente, a educação e a ciência e tecnologia. Adotamos como mote de nossa campanha o “Mudar o Sistema, Não o Clima” sabendo que devemos construir juntos, de maneira dialógica e participativa o presente.

Para finalizar, declaramos que nós, educadoras/es ambientalistas, estudantes, pesquisadores, professores e ambientalistas da Oca – Laboratório de Educação e Política Ambiental da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Universidade de São Paulo, manifestamos nosso apoio ao movimento de greve dos jovens contra a mudança do clima que está ocorrendo em diversos países do mundo. Repudiamos as medidas tomadas pelo governo federal e cobramos que a iNCD seja de fato cumprida.

O tempo urge e a hora é agora!

Precisamos agir pela construção de sociedades sustentáveis, justas e felizes!

Pela mudança do sistema e não do clima!

 

#MudeoSistemaNaooClima

#transiçãoparasociedadessustentaveis

#euatuonatransicao

#mulheresnaea

 

Saiba mais:

https://www.facebook.com/StrikeClimate/

https://www.unicamp.br/unicamp/ju/artigos/luiz-marques/greve-global-dos-adolescentes-pelo-clima

https://epocanegocios.globo.com/Brasil/noticia/2019/01/bolsonaro-mantem-ministerio-do-meio-ambiente-mas-esvazia-pasta.html

http://www.diretodaciencia.com/2019/03/12/funcionarios-protestam-contra-politica-ambiental-de-doria/

http://oquevocefariasesoubesse.blogspot.com/

Referências:

KLINK, C. A. Mudança do Clima e a Educação Ambiental. 2013. In: Ministério do Meio Ambiente. Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental. Departamento de Educação Ambiental. EDUCAÇÃO AMBIENTAL & MUDANÇAS CLIMÁTICAS  DIÁLOGO NECESSÁRIO NUM MUNDO EM TRANSIÇÃO. Série EducAtiva Parâmetros e diretrizes para a Política Nacional de Educação Ambiental no contexto das Mudanças Climáticas causadas pela ação humana. Texto: Irineu Tamaio. Brasília/DF, junho de 2013.

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental. Departamento de Educação Ambiental. EDUCAÇÃO AMBIENTAL & MUDANÇAS CLIMÁTICAS  DIÁLOGO NECESSÁRIO NUM MUNDO EM TRANSIÇÃO. Série EducAtiva Parâmetros e diretrizes para a Política Nacional de Educação Ambiental no contexto das Mudanças Climáticas causadas pela ação humana. Texto: Irineu Tamaio. Brasília/DF, junho de 2013.

TAMAIO, I. POLÍTICAS PÚBLICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM TEMPOS DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS: UM DIÁLOGO NECESSÁRIO EM UM MUNDO DE (IN)CERTEZAS. VI Encontro “Pesquisa em Educação Ambiental”. A Pesquisa em Educação Ambiental e a Pós-Graduação no Brasil Ribeirão Preto, setembro de 2011.

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Oficina na Bahia inicia série de cinco formações no Brasil sobre indicadores de políticas de Educação Ambiental

Evento ocorre de 25 a 27 de março na Praia do Forte, reunindo representantes de órgãos diversos e projetos de EA dos nove estados do Nordeste

cartaz atualizado oficina nordeste

A ANPPEA – Articulação Nacional de Políticas Públicas de Educação Ambiental realiza na Bahia nos dias 25, 26 e 27 de março de 2019 a oficina “Formação de formadores em monitoramento e avaliação de projetos e políticas públicas de educação ambiental de transição para sociedadessustentáveis”. 

A oficina acontecerá no Instituto Baleia Jubarte, na Praia do Forte, município baiano de Mata São João, a 80 km de Salvador, reunindo representantes da sociedade civil, de prefeituras e governos estaduais dos nove estados da região Nordeste que atuam na formulação e execução de políticas públicas de educação ambiental. Será a primeira de uma série de cinco oficinas a serem realizadas em cada uma das cinco regiões do Brasil, todas com o mesmo propósito.

Inscrições para a oficina da região Nordeste serão recebidas até o dia 15 de março de 2019 por meio do preenchimento do formulário indicado no link https://goo.gl/forms/y4moNSE6QtwA83wk2

Caso o número de inscritos ultrapasse o de vagas, os participantes serão selecionados em função do seu perfil de atuação na área de educação ambiental, garantindo a presença de representantes das áreas de meio ambiente e educação dos governos estaduais, da CIEA (Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental), redes e movimentos organizados.

Embora a inscrição seja gratuita, cada pessoa/instituição deverá assumir suas respectivas despesas de deslocamento, hospedagem e alimentação nos três dias de atividades. A oficina contará com 36 horas de duração, sendo 20 horas presenciais e 16 horas com atividades à distância a serem cumpridas até 30 de abril de 2019. Os participantes receberão certificado da oficina se alcançarem 100% de frequência e cumprirem as atividades à distância.

O público-alvo contempla educadores ambientais, gestores públicos municipais, estaduais e federais, técnicos e analistas representando as CIEAs, Coletivos Educadores, Coletivos Jovens, Comissões de Meio Ambiente e Qualidade de Vida (ComVidas) das escolas do ensino fundamental e médio, Salas Verdes (projeto do Ministério do Meio Ambiente – MMA), redes,  unidades de conservação, comitês de bacias hidrográficas, escolas, instituições de educação superior, organizações não governamentais, movimentos sociais e setor privado, entre outros atores.

A oficina é parte do projeto da Plataforma Brasileira de Monitoramento e Avaliação de Projetos e Políticas Públicas de Educação Ambiental, realizado pela ANPPEA, a partir de sua secretaria executiva, composta pelo FunBEA – Fundo Brasileiro de Educação Ambiental, Laboratório de Educação e Política Ambiental (Oca) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo, do Centro de Ciência do Sistema Terrestre (CCST) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e Ministério do Meio Ambiente (MMA).

Os participantes serão estimulados e orientados para executar ações de monitoramento e avaliação de projetos e políticas públicas de educação ambiental, utilizando um conjunto de 27 indicadores lançados pela ANPPEA em dezembro último. “Os indicadores possibilitam acompanhar os processos e resultados das políticas públicas de EA, com análises integradas entre a diversidade de atores que atuam neste campo socioambiental do Brasil”, declara Maria Henriqueta Andrade Raymundo, Secretaria-Executiva da ANPPEA.

Com base nas informações compartilhadas nas cinco oficinas, a equipe da Secretaria Executiva da ANPEEA, começará a mapear as Políticas Públicas de Educação Ambiental (PPEA) executadas por estados, municípios e outros atores no país. Os resultados desse mapeamento serão divulgados no Seminário Nacional de lançamento da Plataforma Brasileira de Monitoramento e Avaliação de Políticas Públicas de EA a ser realizado em Brasília (DF) no segundo semestre de 2019.

Segundo Semíramis Biasoli,  SecretáriaGeral do FunBEA, “é importante destacar que os articuladores e parceiros locais dão materialidade à ANPPEA, que busca fortalecer as políticas públicas de educação ambiental no Brasil.” Para a oficina do Nordeste, a ANPPEA conta com a articulação da Secretaria Estadual de Meio Ambiente da Bahia e os seguintes parceiros locais: Secretaria de Educação do Estado da Bahia, Prefeitura de Mata de São João, Instituto Baleia Jubarte, Projeto Tamar, Associação Turisfort e TivoliEcoresort. 

“Os indicadores lançados pela ANPPEA, e que serão trabalhados na formação, abordam desde o diagnóstico até o monitoramento e avaliação da política pública, passando por temas como mobilização social, diversidade de técnicas, infraestrutura e recursos humanos envolvidos no processo”, explica a coordenadora de Educação Ambiental da SEMA, Zanna Matos, e dada sua importância, a SEMA apoia e participa da iniciativa.

 

Serviço

Oficina Nordeste de formação de formadores sobre monitoramento e avaliação de políticas públicas de educação ambiental

Quando: 25 a 27 de março de 2019

Onde: Instituto Baleia Jubarte, na Praia do Forte, município Mata São João (Bahia)

Inscrições gratuitas no link: https://goo.gl/forms/y4moNSE6QtwA83wk2

Informações e dúvidas:anppeabrasil@gmail.com

Informações para a imprensa:

Ana Patrícia Arantes 13 991466608/ anipaty@yahoo.com.br

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Carta da REBEA (Rede Brasileira de Educação Ambiental) aos Ministros da Educação e do Meio Ambiente

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Carta da REBEA aos Ministros da Educação e do Meio Ambiente, contendo nossa preocupação com as graves alterações que foram feitas na área socioambiental, apontamos detalhadamente as determinações legais feridas e apresentamos uma série de propostas para reverter a situação e recompor a EA com a estrutura nos ministérios.

Clique aqui para acessar a carta

Assine também a manifestação

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Manifesto da educação ambiental

Nota da comunidade acadêmica brasileira ligada ao campo da educação ambiental para os Senhores Presidente da República, Ministros da Educação e Meio Ambiente, para a Sociedade Brasileira e a Comunidade Internacional

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Prezados Senhores e Senhoras,

A comunidade acadêmica ligada ao campo da educação ambiental (EA), que se faz presente no Grupo de Trabalho de Educação Ambiental (GT 22) da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Educação (ANPEd), em grupos de pesquisa que integram os Encontros de Pesquisa em Educação Ambiental (EPEA), no Colóquio de Pesquisadores em EA da região Sul, dos Encontros Paranaenses de EA, do Fórum Brasileiro de Educação Ambiental e demais espaços regionais, estaduais e locais que se consolidam no território nacional, com acúmulo de vivências, pesquisas, dissertações e teses divulgadas no portal da Capes, vem manifestar seu estranhamento e protesto contra as primeiras medidas e reestruturações implementadas pelo atual e recém-empossado Governo Federal.

Em contradição aos pronunciamentos de posse, que evocavam o compromisso com os caminhos democráticos e o diálogo com toda a sociedade, em suas primeiras medidas percebemos um atropelo e uma falta de escuta ao movimento de mais de 30 anos que vem consolidando a educação ambiental brasileira como uma das referências mundiais nesse campo de conhecimento.

Em parceria com outros movimentos de educadores ambientais, como a Rede Brasileira de Educação Ambiental (REBEA), constatamos que as reestruturações dos ministérios, realizadas por decreto presidencial em 2 de janeiro de 2019, extinguem setores da educação ambiental dos Ministérios da Educação e do Meio Ambiente que constituíam o Órgão Gestor da Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA), instituído pela Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999. Ressaltamos que as políticas públicas, ao longo de 30 anos, vêm sendo construídas de forma consultiva e participativa junto com a sociedade e, em particular nessa área, com a comunidade de educadores ambientais brasileiros.

Tendo como alicerce a Constituição cidadã brasileira de 1988 que, no inciso VI do § 1º do artigo 225, determina que o Poder Público deve promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino, impondo ao Poder Público e à coletividade o dever de defender e preservar o meio ambiente para as presentes e futuras gerações. Hoje temos uma série de legislações que regulam as ações das políticas de Estado que contemplam de forma relevante a educação ambiental, tais como:

1) a Política Nacional do Meio Ambiente de 1981;

2) a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de 1996;

3) a Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999, regulamentada pelo Decreto nº 4.281, de 25 de junho de 2002, que dispõe especificamente sobre a Educação Ambiental (EA) e instituiu a Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA) e seu Órgão Gestor;

4) as Resoluções do Conselho Nacional de Educação, como a n° 2/2012, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental, e a nº 2/2015, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial e a Formação Continuada de Professores, entre muitas outras normativas que vêm sendo construídas participativamente por esta larga comunidade de educadores ambientais.

Nessas reestruturações ministeriais definidas no referido decreto, a educação ambiental foi restringida à atuação de uma Secretaria de Ecoturismo do Ministério do Meio Ambiente. Estamos interpretando isso como um grave desmonte, reducionista de uma dimensão educativa considerada na atualidade pela sociedade brasileira, assim como pela comunidade internacional, como fundamental para o enfrentamento da grave crise socioambiental.

As medidas do Executivo provocam mudanças estruturais que impedem e dificultam o cumprimento das leis que garantem a educação ambiental como uma política pública do Estado brasileiro, assim como desconhecem todo o processo que construiu e consolidou a educação ambiental no Brasil. Como autores sociais das políticas que os Senhores estão desmontando, que se somam a outras decisões no campo ambiental, as quais situam o país no rumo do agravamento da crise socioambiental, vimos manifestar nosso protesto, sublinhando a necessidade do retorno do órgão gestor (MEC e MMA), com as políticas públicas construídas participativamente com a sociedade civil.

Assinam este manifesto o Grupo de Trabalho em Educação Ambiental (GT22) da Associação Nacional de Pós-Graduação em Educação (ANPEd) e demais signatários:

  1. Ágora: A Temática Ambiental e o Processo Educativo, Unesp Rio Claro
  2. Área de Educação Ambiental e Ecologia Humana da Faculdade de Educação/UnB
  3. Associação Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências, ABRAPEC
  4. Associação Brasileira de Psicologia Ambiental e Relações Pessoa-Ambiente, ABRAPA
  5. Associação Cultural e Ecológica Pau Brasil – ACE Pau Brasil – Ribeirão Preto, SP
  6. Associação de Educadores da América Latina e Caribe / AELAC- capítulo Brasil
  7. Associação dos Chacareiros do Núcleo Rural Córrego do Urubu, ANRU-DF
  8. Associação dos Pós-Graduandos da ESALQ/USP
  9. Associação Portuguesa de Educação Ambiental, ASPEA – PORTUGAL
  10. Cátedra Paulo Freire Educação para a Sustentabilidade – UFRPE
  11. Centro de Educação Ambiental, Ciências e Matemática – CEAMECIM – FURG
  12. COLABOR: Grupo Pesquisa em Artes e Linguagens Digitais / Núcleo Ambiente Natural e Urbano na Contemporaneidade – ECA / USP
  13. Coletivo Cuesta Educador CCE, Botucatu, SP
  14. Coletivo de apoio a Educação Indígena do rio de Janeiro Nhoiru Eté, RJ
  15. Coletivo de Pesquisa em Cinema Ambiental do NuPeM/ UFRJ
  16. Coletivo Educador de Bertioga, SP
  17. Coletivo Educador Ipê Roxo – Ribeirão Preto, SP
  18. Coletivo Permaculturalab de educação ambiental, agroecologia e permacultura – Rio de Janeiro, RJ
  19. Comissão Estadual do IBECC, UNESCO de São Paulo
  20. Comunidade de Prática de Pesquisa em educação preventiva Integral e Desenvolvimento humano, CPP/UFPR/PPGE
  21. Departamento de Apoio a Educação Ambiental, Secretaria de Gestão Ambiental e Sustentabilidade da UFSCar
  22. Departamento de Gestão Ambiental da UERN, Mossoró-RN
  23. Discursos da Ciência e da Tecnologia na Educação (UFSC)
  24. Educação, Ambiente e Sociedade (UFPR)
  25. Encontro e Diálogos com a Educação Ambiental, evento organizado pelos discentes e docentes do PPGEA/FURG
  26. Equipe de Estudo e educação Ambiental, EEA, UEFS
  27. Escola de Meio Ambiente, Universidade Estadual do Amazonas
  28. Estação Luz Espaço Experimental de Tecnologias Sociais – Ribeirão Preto, SP
  29. Fórum de Direitos Humanos e da Terra, FDHT – MT
  30. Fuba Educação Ambiental e Criatividade, São Carlos, SP
  31. Fundo do Brasileiro de Educação Ambiental, FunBEA, São Carlos, São Paulo
  32. Geografia, Educação e Meio Ambiente, GEMA, PPGEO, UFJF
  33. GiTaKa: Grupo Infâncias, Tradições Ancestrais e Cultura Ambiental, UNIRIO
  34. Grupo Ciencia, acciones y creencias – Universidad Surcolombiana, COLOMBIA
  35. Grupo de Acompanhamento e Pesquisa em Governança Ambiental, GovAmb – IEE/USP
  36. Grupo de Articulação Extensionista Marechal Rondon – GAER – ESALQ/USP
  37. Grupo de Didáctica de la Biología. Univ de Buenos Aires, ARGENTINA
  38. Grupo de Educação do Campo e Agroecologia, UFRRJ
  39. Grupo de Educação e Interpretação Ambiental – Trilheiros do Sauá, Universidade Federal de Viçosa
  40. Grupo de Estudo e Pesquisa da Complexidade/FURG
  41. Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação Ambiental do Estado de Sergipe
  42. Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação Ambiental, GEPEA/UFSCar
  43. Grupo de Estudo e Pesquisa Movimentos Docentes, UNIFESP
  44. Grupo de Estudos da Paisagem, PPGEO, UFJF
  45. Grupo de Estudos Desafios da Prática Educativa – GEDePE – ESALQ/USP
  46. Grupo de Estudos e Interações Pessoa-Ambiente – GEPA/UFRN
  47. Grupo de estudos e pesquisa Ambientes e Infâncias, GRUPAI, UFJF
  48. Grupo de Estudos e pesquisas em Ambiente, Educação e Saúde – Gepes Ambiens PPGE e PPGAS/UNIPLAC
  49. Grupo de estudos e pesquisa em Educação Ambiental e Complexidade da PUC/PR
  50. Grupo de Estudos e Pesquisa em Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis – GEPEAS/UESB
  51. Grupo de estudos e pesquisa em Educação Ambiental, Sustentabilidade e Ambientalizacão – GEPEASA, Unesp Botucatu/SP
  52. Grupo de Estudos e Pesquisa em Ensino de Ciências – UFC
  53. Grupo de Estudos e Pesquisa em Interculturalidade e Educação em Ciências – GEPIC, UFTM
  54. Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Ambiental Dialógica- GEAD da UFC
  55. Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Ambiental e Ecologia Humana – GEPEAEH/FE/UnB
  56. Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Ambiental, Diversidade e Sustentabilidade (GEPEADS/UFRRJ)
  57. Grupo de estudos e pesquisas em educação ambiental, GEA/UFJF
  58. Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Meio Ambiente/GEAM/Núcleo de Altos Estudos Amazônicos/NAEA/UFPA
  59. Grupo de Estudos e Pesquisas em Formação de Professores da Área de Ciências (FORMAR-Ciências) – Faculdade de Educação – Unicamp
  60. Grupo de Estudos e Pesquisas em Gestão Ambiental, UERN
  61. Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Formação de Professores e Práticas Pedagógicas em Ensino de Ciências e Educação Ambiental (ECiEA) – Faculdade de Ciências e Letras de Araraquara – Unesp
  62. Grupo de Estudos em Educação Ambiental desde el Sur, GEASur, UNIRIO
  63. Grupo de Estudos em Educação Ambiental docência e questões contemporâneas, UFRPE
  64. Grupo de Estudos em Educação Ambiental e Educação Campesina – GEAC/PPGen/IFMT
  65. Grupo de estudos em educação ambiental e ensino de ciências – Laboratório de Limnologia /UFRJ
  66. Grupo de Estudos em Educação, Cultura, Ambiente e Filosofia, GEECAF-FURG
  67. Grupo de estudos em política ambiental do IEA, USP
  68. Grupo de Estudos sobre Animais Selvagens da Universidade Federal de Viçosa, GEAS/UFV
  69. Grupo de Estudos sobre Fundamentos da Educação Ambiental e Popular – GEFEAP / FURG
  70. Grupo de Investigación Ciencia Educacion y Diversidad, Universidad del Valle. Cali, COLÔMBIA
  71. Grupo de Investigación Conocimiento Profesional del Profesor de Ciencias – Universidad Surcolombiana, COLÔMBIA
  72. Grupo de Investigación Didáctica y Enseñanza de la Biofisica y la Fisiología (GIDEBIOF), Consejo de Formación en Educación (CFE), URUGUAI
  73. Grupo de Investigación e Innovación Docente Educación Científica, Sustentabilidade e Xénero, Universidade de Vigo, ESPANHA
  74. Grupo de Investigación en Didáctica de la Química DIDAQUIM. Universidad Distrital Francisco José de Caldas, Bogotá, D.C, COLÔMBIA
  75. Grupo de investigación en didáctica y aprendizaje de las ciencias naturales y de la química (GIADICIENQ), Facultad de Ciencias Exactas y Naturales, Universidad de Buenos Aires, ARGENTINA
  76. Grupo de investigación en educación ambiental-GEA, Universidad de Tolima, COLÔMBIA
  77. Grupo de Investigación en Pedagoxía Social e Educación Ambiental, Universidade de Santiago de Compostela, USC, ESPANHA
  78. Grupo de investigación en seguridad alimentaria y enseñanza de las ciencias INYUBA,. Universidad de la Paz, COLÔMBIA
  79. Grupo de investigación en seguridad alimentaria y enseñanza de las ciencias INYUBA. Universidad de la Paz. Barrancabermeja, COLÔMBIA
  80. Grupo de Investigación Seminario Permanente de Derecho Ambiental da Universidad Nacional de Córdoba (UNC), ARGENTINA
  81. Grupo de Pesquisa Análise e Planejamento Ambiental da Paisagem e Educação Ambiental – AnPAP-EA – PPGE-UNISUL
  82. Grupo de Pesquisa Ciência Cidadã na Prevenção de Riscos e Desastres/Cemaden
  83. Grupo de Pesquisa Ciranda Interdisciplinar de Pesquisa em Educação e Ambiente – CIPEA/FURG
  84. Grupo de pesquisa Dialogicidade, Formação Humana e Narrativas – DIAFHNA/UFC
  85. Grupo de Pesquisa Direito e Educação Ambiental – GPDEA/FURG
  86. Grupo de Pesquisa Diversidade e Criticidade nas Ciências Naturais, DICCINA, UNIRIO & UFBA
  87. Grupo de Pesquisa e Estudos em Educação e Gestão Ambiental, Mudanças Climáticas e Objetivos do Desenvolvimento Sustentável em áreas Litorâneas – ” Ribombo” – PPGEA/FURG
  88. Grupo de pesquisa e extensão em educação e comunicação ambiental, Gecom – Esalq/Usp
  89. Grupo de Pesquisa Educação, Ambiente e Sociedade (UFPR)
  90. Grupo de Pesquisa Educação, Estudos Ambientais e Sociedade GEEAS, Universidade do Vale do Itajaí
  91. Grupo de Pesquisa Educação, História e Interculturalidade – UFS
  92. Grupo de pesquisa Educação, Saberes e Decolonialidades, PPGE/UnB
  93. Grupo de Pesquisa em Investigações em Artes Visuais/FURG
  94. Grupo de Pesquisa em Educação Ambiental – UNESP Bauru
  95. Grupo de Pesquisa em Educação Ambiental e Ensino de Biologia (GPEBio), Centro de Educação da UFPB
  96. Grupo de Pesquisa em Educação Ambiental e Formação de Educadores – Instituto de Biociências, USP
  97. Grupo de Pesquisa em Educação e Sustentabilidade (GEPES) -UFRPE/Recife
  98. Grupo de Pesquisa em Educação, Natureza e Sociedade – UERJ/UNIGRANRIO
  99. Grupo de Pesquisa em Formação de Professores e Práticas Educativas – GPFORPE, Universidade Regional de Blumenau
  100. Grupo de Pesquisa em Formação e Prática Pedagógica de Professores de Ciências e Biologia (FORBIO) – Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)
  101. Grupo de Pesquisa em Gestão e Educação Ambiental (PGEA) – UNESP, Tupã
  102. Grupo de Pesquisa em Interações Socioambientais, da Universidade Estadual de Santa Cruz, GEPISA, UESC/BA
  103. Grupo de Pesquisa Informação e Sustentabilidade em Construção Civil da UFPR
  104. Grupo de Pesquisa Linguagens no Ensino de Ciências Freireano – UFRJ
  105. Grupo de pesquisa na área de identidade e formação docente – GRIFO – Instituto Federal de Santa Catarina
  106. Grupo de pesquisa Rede de Experiência, Narrativa e Pedagogia da Resistência – REDExp- UnB
  107. Grupo de Pesquisa SobreNaturezas, PPGAS/UFRGS
  108. Grupo de Pesquisa Sociedade e Ambiente, Unisinos, RS
  109. Grupo de Recerca en Educación per la Sostenibilitat, Escola i Comunitat – GRESC@, Universidade Autônoma de Barcelona, ESPANHA
  110. Grupo de Trabalho de Psicologia Ambiental – ANPEPP (GT50 – Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia)
  111. Grupo de Trabalho ODS, UnB
  112. Grupo ELO – Estudos da Localidade, FFCLRP / USP, Ribeirão Preto
  113. Grupo Ensino de Ciências e Matemática – IFCE, Fortaleza CE
  114. Grupo Interdisciplinar em Pesquisas Socioambientais – IPÊS, Programa de pós-graduação em desenvolvimento regional (PPGDR-FURB)
  115. Grupo Interinstitucional de Pesquisa em Educação Ambiental do Paraná
  116. Grupo Pesquisador em Educação Ambiental, Comunicação e Arte, GPEA-UFMT
  117. Grupo Saúde e educação ambiental com ênfase nas relações parasitárias
  118. Grupo Sociedade e Meio Ambiente – IEA/USP
  119. Instituto 5 Elementos Educação para Sustentabilidade, SP
  120. Instituto Ambiental Aondê – Uberaba/MG
  121. Instituto Ambientes em Rede (IAR) – SC
  122. Instituto Brasileiro de Educação, Ciência e Cultura/Ibecc/Unesco de São Paulo
  123. Instituto Caracol, ICA – MT
  124. Instituto de Conservação de Animais Silvestres – ICAS, Campo Grande MS
  125. Instituto ITAPOTY – Desenvolvimento humano e conservação ambiental / Itatinga – SP
  126. Instituto Paulo Freire, IPF, SP
  127. Laboratório de Ações e pesquisas em educação ambiental – Instituto de Biociências, LAPEAr-UNIRIO
  128. Laboratório de Antropologia e Florestas – AFLORA – UFAC
  129. Laboratório de Avaliação e Testagem em Psicologia – Latep/ UFS
  130. Laboratório de Ecologia e Sistemática Vegetal – LESV   UERN Mossoró/RN
  131. Laboratório de Educação Ambiental (LEA/EMCT/UNIVALI)
  132. Laboratório de Educação e Gestão Ambiental – IFMT Campus Cáceres
  133. Laboratório de Ensino e Pesquisa em Educação para a Ciência – UENP de Jacarezinho
  134. Laboratório de Estudo das Relações Humano-Ambientais (LERHA-Unifor)
  135. Laboratório de Estudos em Intersubjetividade, Critica Social e Direitos Humanos do IP-USP
  136. Laboratório de Estudos sobre Sistemas Complexos Ambientais – LASCA – UFSCar
  137. Laboratório de etnobiologia e etnoecologia (LETNO) da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS)
  138. Laboratório de Etnobiologia UFJF
  139. Laboratorio de investigacion en didactica de las ciencias Grecia-UC. Pontificia Universidad Catolica – CHILE
  140. Laboratório de Investigações em Educação, Ambiente e Sociedade – LIEAS, UFRJ
  141. Laboratório de Pesquisa em Ciências Sociais, Métodos Qualitativos e Extensão – LaPICS – UnB
  142. Laboratório de Pesquisa em Ensino de Biologia – LADEB, UFC
  143. Laboratório de Pesquisas e Práticas Interdisciplinares em Promoção da Saúde, Subjetividades e Cuidado Socioambiental – LAPPISS – UNICESUMAR
  144. Laboratório de Pesquisas em Psicologia Ambiental (Locus-UFC)
  145. Laboratório de Planejamento Ambiental e Gerenciamento Costeiro (LAPLAN) da Unesp – Campus do Litoral Paulista – São Vicente
  146. Laboratório de Psicologia Ambiental – LAPAM – UFSC
  147. Laboratório de Psicologia Ambiental/UnB
  148. Laboratório de Psicologia e Educação Ambiental – Lapsea, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – INPA
  149. Laboratório de psicologia socioambiental e intervenção do IP da USO l, USP
  150. Laboratório de Psicologia Socioambiental e Práticas Educativas – LAPSAPE/FFCLRP-USP
  151. Laboratório interdisciplinar de estudos e pesquisas em sociedade, ambiente e educação (Labea/Uern)
  152. Laboratório Kizomba na Mata – UFJF
  153. Laboratório Multiusuário para o Desenvolvimento Integrado de dados e Tecnologias de Ensino, DIDATEC – UFS
  154. Linha de Pesquisa Educação Ambiental e Educação do Campo / Programa de Pós-graduação em Educação/UnB
  155. Linha de Pesquisa Educação científica e cidadania, PPGEduC/ UnB
  156. Movimento Cabuçu, de Guarulhos
  157. Movimento Negro Evangélico, MNE – RJ
  158. Mulherio das Letras Europa – vários países da EUROPA
  159. Museu Virtual do Cerrado
  160. Mutirão Agroflorestal – São Joaquim da Barra, SP
  161. Mutirão da Lagoa do Saibro – Ribeirão Preto, SP
  162. Núcleo de Agroecologia Ewè da UFJF
  163. Núcleo de Apoio a Atividades de Cultura e Extensão em Educação e Conservação Ambiental, Esalq/USP
  164. Núcleo de Educação Ambiental, NEA, IFES campus Guarapari
  165. Núcleo de Educação Ambiental – NEA, IFES Campus Piúma
  166. Núcleo de Educação Ambiental, NEA, UFAL
  167. Núcleo de Educação Ambiental – UFSC – Florianópolis/SP
  168. Núcleo de Educação Ambiental e Agroecologia (NEAA/IFES Itapina)
  169. Núcleo de Educação e Monitoramento Ambiental (NEMA) – Rio Grande /RS
  170. Núcleo de Ensino e Pesquisa Aplicada – NEPA – UFJF
  171. Núcleo de estudos de Pedagogia Social – UFPR
  172. Núcleo de Estudos e Pesquisa em Educação do Campo, Pedagogia da alternância e Ensino de Agroecologia, Departamento de Educação do Campo, UFRRJ
  173. Núcleo de Estudos em Agroecologia e Produção Orgânica – NEA/Ifes (Intercampi Itapina, Centro Serrano e Colatina)
  174. Núcleo de Estudos em Educação Ambiental – Centro de Ecologia, NEEA, UFRGS
  175. Núcleo de Estudos em Educação Ambiental e Agroecologia – Sala Verde Caparaó (NEA-Ifes-Ibatiba)
  176. Núcleo de Estudos em Educação, Tecnologia e Ambiente – NEETA – Instituto Federal de Santa Catarina
  177. Núcleo de Estudos socioambientais de territoriais – Nesat, UERN
  178. Núcleo de Pesquisa Geografia, Espaço e Ação NuGea, UFJF
  179. Núcleo Infâncias, Natureza e Arte, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, NINA-UNIRIO
  180. Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa e Estudo em Educação Ambiental- NIPEEA/ PPGE/ UFES
  181. Núcleo interdisciplinar de Pesquisa, Extensão e Estudos em Agroecologia da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – NIA/UFRRJ
  182. Oca – Laboratório de Educação e Política Ambiental, ESALQ-USP
  183. Outras Margens: Grupo de Estudos e Pesquisa em Educação Ambiental/UNICAMP
  184. Programa de Educação Ambiental da Floresta de Caxiuana, Estação Científica Ferreira Pena/Museu Paraense Emílio Goeldi/MPEG
  185. Programa de Especialização em Educação Ambiental e Sustentabilidade – Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (FAFIL) – Centro Universitário Fundação Santo André (CUFSA) – Santo André-SP
  186. Programa de Extensão Escolas Sustentáveis, UNIFESP
  187. Programa de Pós-Graduação em Educação, Universidade Federal de Sergipe, UFS
  188. Programa de Pós-Graduação em Educação – Universidade Tuiuti do Paraná
  189. Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental, FURG
  190. Programa de Pós-Graduação em Ensino das Ciências / UFRPE / Recife
  191. Programa de Pós-graduação em Meio Ambiente e Desenvolvimento – UFPR
  192. Programa de Pós-graduação em Rede em Desenvolvimento e Meio Ambiente – PRODEMA (UFPI, UFC, UFRN, UFPB, UFPE, UFS e UESC)
  193. Programa de pós-graduação em rede nacional e ensino das ciências ambientais da UFS / PROFCIAMB/UFS
  194. Programa de Pós-graduação em Rede Nacional para Ensino de Ciências Ambientais – Polo UEFS
  195. Programa de Pós-Graduação em Rede Nacional para o Ensino de Ciências Ambientais/PROFCIAMB/UFPA
  196. Projeto Arte da Terra – São Joaquim da Barra, SP
  197. Projeto Reciclando Hábitos /FURB
  198. Projeto Trilha da Natureza – UFSCar – São Carlos/SP
  199. Rebelião
  200. Red Iberoamericana de Educación Superior -RESIB
  201. Rede Acreana de Educação Ambiental, AC
  202. Rede de Ambientalização Curricular na Educação Supervisor – RASES
  203. Rede de Educação Ambiental de São Carlos, SP
  204. Rede de Educação Ambiental do Estado de Rondônia – REARO
  205. Rede Internacional de Pesquisadores em Educação Ambiental e Justiça Climática, REAJA
  206. Rede Mato-grossense de Educação Ambiental, REMTEA
  207. Rede Paraense de Educação Ambiental, PA
  208. Rede Paranaense de Educação Ambiental, PR
  209. Rede ProsEAndo de Educação Ambiental – Ribeirão Preto, SP
  210. Rede Sul Brasileira de Educação Ambiental – REASul
  211. Rede Universitária de Programa de Educação Ambiental e Sociedades Sustentáveis
  212. Resclima, Universidade da Coruña, UC – ESPANHA
  213. Rizoma, UEFS
  214. Sala Verde Arte na Terra – São Joaquim da Barra, SP
  215. Sala Verde da Luz – Ribeirão Preto, SP
  216. Sala Verde Palotina, PR
  217. Sala Verde Pau Brasil – Ribeirão Preto, SP
  218. Sala Verde Rede de Educação Ambiental da Alta Paulista (REAP)
  219. Sala Verde: Observatório de Educação, Saúde, Cidadania e Justiça Socioambiental – Vale do Itajaí (SC)
  220. Sociedade Ecológica Amigos do Embu, SEAE – SP
  221. Sustentabilidade e Saúde Ambiental, UNESC/SC
  222. TERRA – Temas Especiais Relacionados ao Relevo e à Água, PPGEO, UFJF.
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O problema da comunicação entre o técnico e o camponês

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Foto: Equipe do projeto e Marieta em sua propriedade no Acampamento Elizabeth Teixeira – Limeira/SP. Arquivo pessoal.

A comunicação tem em si muitas expressões, distintas e complementares, mas na formação profissional desenvolvida pela Universidade se utiliza principalmente a comunicação verbal, onde se estabelecem relações bem nítidas de poder (entre aquele que fala e o que ouve, aquele que sabe/entende e aquele não), onde atua com uma autoridade “disciplinadora” e de “acomodação” (FLEURI, 2008; FREIRE, 2014) seja na sala de aula ou fora dela.

“Fora da sala de aula” se dá na condição de extensionista, um conceito questionável.

O grupo do projeto Mosaico Educo Florestal Agroecológico, da Oca, que atua com a frente de  “Atividades agroecológicas em acampamento: oportunidade para extensão universitária em comunidade de Limeira/SP”, da ESALQ, preocupou-se em fazer diálogos de formação que pudessem aprofundar no caráter extensionista que o grupo pretendia fazer junto ao acampamento Elizabeth Teixeira – Limeira/SP. Para isso resolvemos nos basear na leitura da obra “Extensão ou Comunicação?” de Paulo Freire (1983), importante educador brasileiro, que mudou a forma de fazer-falar de educação.

O termo extensão é amplamente usado por diferentes instituições, programas do governo, empresas, universidades, grupos de pesquisa, entre outros e por isso é importante questionar qual o significado e valor desta palavra, para que saibamos “de onde partimos” (quais os princípios) para a construção de nossas ações.

De início o educador  contextualiza a etimologia da palavra e suas formas de uso,  criticando então o termo “extensão”, que para ele indica o ato de estender, transmitir, depositar o conhecimento de alguém que tudo sabe (o técnico) para alguém que apenas absorve, dócil e passivamente o conhecimento (o produtor). Nosso grupo, trabalhando com vários acampados, não podemos ignorar o outro. Cada um carrega consigo sua história, família, razões, objetivos e conhecimentos.

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Cada um sabe a dor e delícia de ser o que éCaetano Veloso – Dom de iludir (1977)

Foto: Seu Gilberto explicando sobre a ideia da bacia de evapotranspiração.Acampamento Elizabeth Teixeira Limeira/SP. Arquivo pessoal

Devemos promover processos educadores que tragam à tona o sujeito como autor da sua vida, àquele que tem autonomia na busca de atuar e transformar sua realidade (FREIRE, 2002), sempre tomando cuidado para não se criar uma relação domesticadora e/ou persuasiva, isto é, um invasor cultural (FREIRE, 1983).

Estes termos negam a formação do conhecimento autêntico, a ação e a reflexão verdadeiras. Só aprende verdadeiramente aquele que se apropria do aprendido, e podendo adaptá-lo, reinventa de acordo com suas necessidades. Não excluindo sua própria forma de estar e pensar o mundo.

As pessoas precisam problematizar sua condição para que, observando-a criticamente, atuem também criticamente sobre ela.

A educação, portanto, se torna uma busca permanente de humanos conscientes de sua ação transformadora no mundo, que a partir do diálogo, constroem pontes para sociedades onde a liberdade não existe somente em dicionários.

Nesse contexto, nossas ações como equipe de extensionistas-comunidadores/as busca sempre se orientar por esses princípios, para que nossas atividades e oficinas não sejam nem “assistencialistas” e nem desconectadas da realidade. Onde o diálogo e a troca de saberes é o meio, na tarefa de construir processos que qualifiquem a vida dos sujeitos, empoderando-se cada vez mais na transformação para Sociedades Sustentáveis.

 

Por Luã Gabriel Trento – Eng. Florestal e Educador Agroecológico – ESALQ/USP e 

Renata Batista – Graduanda em Eng. Agronômica – ESALQ/USP

 

Referências:

FLEURI, R. M. Rebeldia e democracia na escola. Revista Brasileira de Educação, v. 13, n. 39, p. 470–482, 2008.

FREIRE, P. Educação como prática da liberdade. p. 189, 2014.

FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia. Saberes necessários à prática educativa. 25a ed. Rio de Janeiro: Paz e terra, 2002.

FREIRE, P. Extensão ou Comunicação? 7. ed. Rio de Janeiro, RJ: Paz e terra, 1983.

 

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